Portal da clínica
A única tela que a clínica abre de verdade
Quase tudo que uma clínica precisa de nós num dia qualquer é: quem escreveu, o que eu respondi, e muda aquela frase no site. O portal é essas três coisas e para por aí.
O que ele faz
Ler a caixa de entrada
Todo contato, mais novo primeiro, com origem e registro de consentimento.
Mover um paciente adiante
Um toque por estado, com observação opcional. O movimento fica registrado; não dá para desfazer virando outro número.
Editar o site
A mesma configuração que a construção lê. Muda um serviço, uma foto, um horário.
Nunca ver outra clínica
A fronteira entre inquilinos está no contrato, não num filtro que alguém lembrou de aplicar.
Funcionar no celular
Controles de 44px em tudo. A recepção usa isso em pé, entre um paciente e outro.
Ficar fora do índice
O portal é publicado com noindex. É ferramenta, não página que a gente queira posicionando.
Por que ele é pequeno assim
Porque o contrato é compartilhado, não porque cortaram recursos
O portal deriva seus tipos do mesmo arquivo contra o qual a API valida. Remover um campo quebra a construção dos dois lados no mesmo commit, em vez de quebrar uma tela em produção três dias depois. É isso que compra a confiança de manter a superfície pequena.
Sobre o portal
Quantas pessoas podem usar?
Quantas a clínica tiver. O preço é por clínica, não por usuário — uma clínica de duas pessoas não deveria pagar duas vezes para responder o mesmo paciente.
Dá para ver de onde o paciente veio?
Sim, no próprio registro: origem, meio, campanha e a página de entrada. Fica anexado na captura, então não tem como ser reconstruído errado depois.
Substitui meu sistema de gestão?
Não. É o caminho do paciente e a presença pública. Prontuário continua onde está.
Abra e tente quebrar
A demonstração é o portal de verdade com dado de verdade dentro, não uma apresentação.